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Manejo de Plantas Daninhas em Cultura de Cobertura

As culturas de cobertura estão em desenvolvimento pleno no campo, sendo de grande importância para a conservação do solo. No entanto, tais culturas coexistem com plantas daninhas que podem prejudicar as culturas de interesse econômico cultivadas posteriormente.

A buva é uma espécie anual, nativa das Américas, predominantemente autógama e que pode produzir mais de 200 mil sementes por planta em um ciclo. Esta planta tem dois fluxos preferenciais de germinação, sendo o primeiro no mês de maio e o segundo no mês de outubro.

O manejo de buva resistente ao glifosato deve ser realizado continuamente, com a eliminação de plantas que crescem nas margens de estradas, pois suas minúsculas sementes disseminam-se pelo vento com muita facilidade. Os maiores problemas de manejo são observados quando o controle de buva é realizado somente na dessecação pré-semeadura da cultura. As oportunidades de manejo de buva ocorrem em diferentes épocas do ano, e incluem ações no inverno.

Plantas pequenas de buva são controladas com maior facilidade do que plantas grandes. Todas as estratégias possíveis devem ser utilizadas, objetivando reduzir o número e o tamanho de plantas de buva presentes na área, para facilitar o controle com uso de herbicidas na pré-semeadura de culturas de verão.

O cultivo da área com centeio e aveia diminui o número de plantas de buva quando comparado com áreas não cultivadas, deixadas em pousio. A associação do efeito supressor das culturas com o controle químico proporciona controle satisfatório de buva, na maioria dos casos. As plantas de buva que germinam em áreas cultivadas com culturas supressoras desenvolvem-se com dificuldades e, ao final do ciclo da cultura, apresentam-se menores e são mais facilmente controladas com manejo pré-semeadura da soja ou do milho.

Os herbicidas usados, como metsulfurom e o 2,4-D controlam buva, mas seu uso deve atender as recomendações de uso para a cultura e para a planta daninha com relação ao estádio, época de aplicação e dose.

Contudo, é muito importante nos atentar para as buvas emergidas no primeiro fluxo de germinação, abril a maio, objetivando chegar ao momento da dessecação das culturas de verão com menos buvas e com menor porte da planta daninha.

 

Eng. Agr. Mauro Roberto Rohr

Detec-Coagril

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