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Soja e milho são beneficiados pelo clima

Quarenta mil hectares com um bom desenvolvimento nas culturas neles implantadas. Essa é a análise feita pela Emater/Ascar-RS com relação à safra de verão em Carazinho, que tem 37,5 mil hectares plantados com soja e outros 2.500 com milho.

O sucesso das lavouras até o momento é motivado pelas chuvas acima da média. “As lavouras de soja em Carazinho tem apresentado um bom desenvolvimento, isso porque as chuvas estão atendendo a necessidade hídrica da cultura. Tivemos em alguns casos um excesso de precipitação, o que gerou dificuldade para o produtor entrar na lavoura para fazer aplicações de fungicidas e inseticidas. Mas, na semana passada, ocorreu um período em que produtores conseguiram entrar nas lavouras”, contextualiza Leandro Nicolacópulus Soares, extensionista da Emater em Carazinho.

A maior parte das lavouras de soja no município encontram-se em fase de floração e início de formação de grãos. “Na época de floração, nós temos um problema, o excesso de chuvas acaba prejudicando. Passando para a fase de enchimento de grão, a planta precisa de chuvas bem distribuídas para ter uma produção adequada”, explica Soares.

A previsão do tempo indica que as precipitações deverão permanecer elevadas na região. A estimativa é de que o fenômeno El Niño continue exercendo seus efeitos até o decorrer do mês de março.

Na região, o comportamento da soja também tem sido satisfatório. “Temos um padrão de lavoura muito bom. Perdemos um potencial produtivo considerável por conta de alguns excessos de chuva, mas, mesmo, assim, deveremos ter uma boa safra de soja”, relata Cláudio Doro, gerente adjunto da Emater Regional de Passo Fundo.

Com mais umidade, o produtor rural precisa estar atento a outro fator. Essa é a condição ideal para o aparecimento de pragas e doenças nas lavouras. “O produtor precisa ficar esperto para poder entrar na lavoura na hora certa e fazer as intervenções necessárias. Nesta safra, os principais problemas são a lagarta, o percevejo e a doença da ferrugem asiática, sendo que já ocorreram alguns focos no Estado. Em Carazinho, os sojicultores têm conseguido evitar esses problemas”, analisa Soares.


Fonte: Agro Diário


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