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MACROPHOMINA PHASEOLINA EM SOJA

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MACROPHOMINA PHASEOLINA EM SOJA:

A podridão de carvão, causada por Macrophomina phaseolina, é encontrada nos solos cultiváveis do Brasil. Essa doença se manifesta principalmente em solos compactados, onde as raízes não conseguem se aprofundar e estão mais sujeitas às condições de estresse hídrico. Altas temperaturas, que podem ocorrer ao longo do período de cultivo, estimulam maior evapotranspiração e, consequentemente, podem favorecer a ocorrência de deficits hídricos e também, da doença.

Características do Fungo

São encontrados sobre a epiderme das raízes ou na camada externa do córtex e na região do colo. Com a decomposição desses tecidos, os microesclerócios são liberados no solo. Em contato com a região do colo ou da raiz da planta, germinam e infectam as raízes.

No Brasil, o que tem sido visto é que os solos com alta densidade (mais compactados) e sob elevada temperatura (acima de 50ºC, na superfície, nas horas mais quentes do dia), apresentam condições que favorecem a infecção por esse fungo.

 

Sintomas

A infecção das raízes pode ocorrer des do início da germinação, visto que o fungo é um habitante natural dos solos. Lesões no colo da planta são de coloração marrom-avermelhada e surpeficiais. Radícolas infectadas apresentam tecidos com escurecimento. Após o florecimento e ocorrendo deficit hídrico, as folhas tornam se inicialmente cloróticas, secam e adiquerem coloração marrom permanecendo aderidas aos pecíolos. Nessa fase, as plantas apresentam raízes de cor cinza, cuja epiderme é facilmente destacada, mostrando microesclerócios negros nos tecidos.

As plantas infectadas que sobrevivem à infecção inicial vão apresentar sintomas de amarelecimento na época de formação de vagens, similar à maturação normal. O amarelecimento é progressivo, levando à murcha. As folhas permanecem aderidas, mas ficam caídas, ao longo das hastes (principal característica), posteriormente tornando-se secas e de coloração marrom-escura.

Controle

Adequada cobertura do solo com restos de culturas, acompanhado de bons manejos físicos e químico do solo, mostrou-se eficaz, por reduzir estresse hídrico, diminuindo a predisposição das plantas ao ataque de M. phaseolina. Em solos compactados e fazer escarificação para facilitar a penetração das raizes. Tambem tem a possibilidade da realização de manejo com adubação de potassio e o cuidado para que não haja uma superpopulação, garantindo que a soja tenha um desenvolvimento vegetativo abundante. Além disso, é necessário ter qualidade na semeadura, criando um ambiente favoravel para o desenvolvimento de raízes.

 

 Estágiario em Técnico em Agropecuaria Fabiel Staudt e  Michel Jorge Uebel.

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